PET PROTEIN Brasil — comida pet natural e segura
PET PROTEINBrasil

Oportunidade institucional · maio/2026

Transformando subprodutos animais em proteína premium global.

Complexo integrado em Rondonópolis (MT), âncora do Cluster Rondonópolis Bioeconomia, com operação dual B2B + marca própria premium voltada à exportação.

CAPEX total

US$ 100 mi

Capacidade

35 mil t/ano

EBITDA

26,9%

TIR equity

22,8%

Rastreabilidade

100% blockchain

Exportação

Ásia · UE · EUA

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Contexto

Brasil produz escala mundial, mas ainda deixa valor na mesa.

O mercado premium global exige rastreabilidade, hipoalergênicos e freeze-dried — enquanto grande parte dos subprodutos segue para rendering commodity.

Cão em ambiente doméstico — mercado pet premium no Brasil

O Brasil é o 2º maior mercado mundial de PET food (atrás dos EUA), com receita de R$ 38 bilhões/ano e crescimento de +9,7% a.a. nos últimos cinco anos (ABINPET, 2024).

Com mais de 150 milhões de pets no país, a demanda por nutrição premium acelera — mas grande parte dos coprodutos processáveis ainda segue para rendering commodity (faixa de US$ 380–450/t), em vez de processamento premium (US$ 2.800–4.500/t).

O país importa US$ 380 milhões/ano em proteínas animais premium para PET food — um gap direto para substituição de importações e posicionamento exportador.

Globalmente, o mercado atinge US$ 150 bilhões/ano com +6,5% a.a. (Euromonitor, 2024), impulsionado por humanização, super-premium grain-free, proteínas hipoalergênicas e freeze-dried — segmentos com pricing premium de 4–7x sobre o standard.

Arquitetura do projeto

Um complexo boutique premium, export-ready, em sítio único.

Cinco unidades industriais em 18 hectares em Rondonópolis, transformando 280 mil t/ano de subprodutos em 35 mil t/ano de produtos premium com linhas dedicadas por proteína.

Operador em ambiente food-tech industrial: amostragem em equipamento de processamento, controle de qualidade e infraestrutura premium export-grade.

PET PROTEIN BRAZIL combina hidrolisados enzimáticos, linhas single-protein hipoalergênicas, freeze-dried de alta margem e plasma + hemoglobina spray-dried — atendendo mandato MAPA IN 30/2009 + IN 25/2024, AAFCO e FEDIAF para exportação.

Operação dual: 60% de volume em ingredientes B2B (hidrolisados + plasma) e 40% em marca própria premium (freeze-dried + single-protein) com foco Ásia, União Europeia e EUA.

A IN 25/2024 reconhece blockchain como meio de cumprimento de rastreabilidade — alinhada ao posicionamento 100% on-chain da matéria-prima prevista no projeto.

  • U1 — recepção + pré-processamento (280 kt/ano de subprodutos)
  • U2 — hidrólise enzimática + spray-drying (14,5 kt/ano)
  • U3 — single-protein hipoalergênico (8,2 kt/ano)
  • U4 — freeze-drying -50°C (5,8 kt/ano)
  • U5 — plasma + utilidades + ETE + cogeração (6,5 kt/ano)

Por que Mato Grosso

Capital nacional de proteína diversificada, com ferrovia até Santos.

Mato Grosso concentra o maior plantel multi-proteico do Brasil em raio único, com folga de sourcing e vantagem fiscal industrial reconhecida.

Mato Grosso: escala agroindustrial e corredor logístico — base do sourcing multi-proteína e exportação.

7,8 milhões de suínos, 350 milhões de aves/ano e plantel diversificado em proteínas — base para sourcing multi-proteína em raio de 200 km.

O eixo Rondonópolis–Cuiabá capta coprodutos de 8 unidades JBS + 5 Marfrig + 12 unidades de processamento médio, com potencial de ~580 mil t/ano — folga de 52% sobre o consumo previsto do complexo.

Custo de aquisição médio de R$ 380–520/t versus R$ 950–1.150/t em SP — vantagem de ~58% na matéria-prima frente à média nacional.

PRODEIC Industrial (Resolução CONDEPRODEMAT 131/2023): crédito outorgado de ICMS de 75% por 12 anos para transformação animal — economia tributária estimada em US$ 8–10 milhões/ano, totalizando US$ 95–115 milhões no ciclo (95–115% do CAPEX).

Logística ferroviária VLI/Rumo direta a Santos, corredor BR-364 + BR-163 + BR-070, aeroporto cargo e bioma Cerrado (fora da Amazônia Legal) — licenciamento estimado 3–4 meses mais rápido.

Demanda estrutural

Crescimento premium desproporcional em valor.

O projeto posiciona-se nos segmentos de maior CAGR e maior múltiplo de preço, com pricing médio ponderado de 5,3× sobre o standard.

Ração seca premium em composição editorial — mercado PET nutrition de alto valor.

US$ 380 mi/ano

Importação brasileira de proteínas premium para PET food — gap endereçável por substituição doméstica e exportação.

CAGR 2024–2030 (referência memorando)

Mercado global

+6.5% a.a.

US$ 150 bi (2024) → US$ 220 bi (2030)

Premium + super-premium

+11.2% a.a.

3× a velocidade do mass-market

Hipoalergênico hidrolisado

+18.3% a.a.

Single-protein — Pet Food Industry Magazine

Freeze-dried + raw

+22.4% a.a.

Maior expansão de margem relativa

38% / 67%

Em 2024, premium + super-premium responderam por 38% do volume global, mas 67% do valor — captura desproporcional de margem.

+14% a.a.

Mercados premium na Ásia (referência memorando para exportação B2B + marca própria) em trajetória de expansão acelerada.

Moat competitivo

Vantagens comprováveis em escala boutique.

Combinação rara de custo, tecnologia, cluster institucional e compliance internacional — sem competidor direto na mesma interseção.

Arquitetura industrial contemporânea — complexo em escala institucional

First-mover em Mato Grosso

Primeira planta dedicada a premium hidrolisado/freeze-dried em MT, com narrativa-portfólio integrada ao Cluster Rondonópolis Bioeconomia.

Metalurgia e montagem industrial — faíscas, disciplina e engenharia em planta

Liderança em freeze-dried

5,8 kt/ano desde o COD — referência Cuddon (NZ); apenas duas plantas BR com capacidade inferior a 1,5 kt/ano hoje.

Gato em close — nutrição pet premium e canal veterinário

Sourcing multi-proteína

Linhas dedicadas por proteína (suíno, ovino, aves e outras fontes) com zero cross-contamination — certificação single-protein exigida pelo canal veterinário.

Centro de distribuição com pallets e caixas — rastreabilidade física da cadeia

Blockchain end-to-end

100% da matéria-prima rastreada on-chain (animal → produto final), habilitada pela IN 25/2024 e alinhada a compradores globais premium.

Rebocador e navio porta-contêineres — corredor marítimo e exportação

Operação export-ready

Ferrovia VLI/Rumo direta a Santos, compliance AAFCO + FEDIAF + AQSIQ e mix com 25% de B2B export + 30% marca própria export.

Textura editorial de ração seca premium — produto e escala de valor

Posicionamento premium

Pricing médio ponderado 5,3× sobre o standard, com EBITDA de US$ 47 milhões (26,9%) em regime e receita anual de US$ 175 milhões.

Usina solar em campo — energia limpa e infraestrutura ESG industrial

Alinhamento ESG

13 ODS endereçados, 9 selos planejados, ~195 mil tCO₂e/ano de Scope 3 evitado e integração RSPCA Assured + Compassion in World Farming.

Pátio intermodal com contêineres — logística global e ambiente de comércio exterior

Eficiência fiscal

PRODEIC Industrial: 75% de crédito outorgado de ICMS por 12 anos — vantagem estimada de 12–15% no custo total vs SP, PR e GO.

ESG + rastreabilidade

Sustentabilidade como arquitetura de confiança.

Primeiro projeto brasileiro de PET food com 100% blockchain traceability end-to-end, com certificação RSPCA Assured + Compassion in World Farming integrada — combinação ainda restrita a pouquíssimas plantas globais.

Linhas de transmissão ao entardecer — infraestrutura energética e ESG industrial em escala

Economia circular a partir de subprodutos já disponíveis.

Matriz operacional com cogeração, ETE de 2.800 m³/dia, recirculação de 65% da captação de água e integração de bem-estar animal em toda a cadeia — suportando nove selos internacionais planejados e narrativa premium para exportação.

Subprodutos valorizados

280 mil t/ano

Substituição de importações

~US$ 95 mi/ano

Scope 3 evitado

~195 mil tCO₂e/ano

Impacto climático líquido

+145 mil tCO₂e/ano

Empregos totais

1.080

Salário médio direto

R$ 8.400/mês

Navio porta-contêineres carregado — exportação, cadeia global física e operação institucional

100% blockchain traceability + economia circular + redução de perdas — padrão global de fabricação premium.

Modelagem

Retornos institucionais em estrutura blended finance.

CAPEX de US$ 100 milhões com combinação de equity ancorada (40%), dívida multilateral e concessional (55%) e grants (5%), conforme memorando.

Infraestrutura corporativa em grande escala — metáfora visual para projeto de capital e ativos industriais

CAPEX total

US$ 100 mi

Receita anual (regime)

US$ 175 mi

EBITDA anual

US$ 47 mi

Margem EBITDA

26,9%

TIR equity (alavancada)

22,8%

Payback alavancado

6,4 anos

VPL @ 12% a.a.

+US$ 78 mi

DSCR mínimo (Ano 1 COD)

1,52x

Cronograma de obra: 22 meses de construção com COD no 3º trimestre de 2029. Estrutura de capital prevê tranches de equity lead (agro sourcing e marca global PET), co-investidor de infraestrutura, dívida BNDES (Fundo Clima + Indústria 4.0), IFC + IDB Invest, bancos regionais e linhas FINEP/FUNTEC, além de grants CAPDA/FAPEMAT.

Equipe em reunião colaborativa — governança e parceria institucional

Convite institucional

Isto não é apenas uma fábrica. É a próxima evolução da proteína animal premium no Brasil.

Conectamos matéria-prima nacional abundante, marco regulatório modernizado, infraestrutura de exportação e narrativa ESG global — com governança de projeto alinhada ao padrão exigido por fundos de infraestrutura, agências multilaterais e âncoras estratégicos do agronegócio e do pet care mundial.

Próximos passos

Agende uma conversa confidencial com a equipe da Invest Mato Grosso para acessar o Investment Memorandum completo sob NDA e avançar em data room técnico.

Para contatos institucionais específicos da Invest Mato Grosso, siga os canais oficiais indicados no Investment Memorandum sob NDA.